
— Por David Ribeiro Jr. —
Teófilo Otoni
O presidente reeleito da Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Mucuri (AMUC), e também prefeito de Teófilo Otoni, Fábio Marinho dos Santos, conversou com o MINAS REPÓRTER sobre a identidade que pretende impor ao seu novo mandato à frente da instituição que representa os municípios da região. Acompanhe o bate-papo que tivemos:
MINAS REPÓRTER — Prefeito Marinho, agora que foi reeleito presidente da AMUC, a responsabilidade aumenta?
MARINHO: Não tenha dúvida. O consensualismo é muito difícil quando nós tratamos de pautas municipalistas. Mas que bom que houve esse consenso na renovação do nosso mandato por mais um ano à frente da AMUC! O compromisso é de mudanças. A AMUC precisa analisar a sua natureza jurídica, analisar os serviços que presta, e principalmente a forma de se relacionar com os demais municípios da nossa região. É preciso ampliar o número de municípios da AMUC para que possamos aumentar a nossa força regional tendo foco nas políticas públicas que queremos levar para todas essas cidades de maneira uniforme.
MR — O fato de ser um ano eleitoral amplia a visibilidade da AMUC, já que candidatos a deputados, ao Senado e ao Governo querem se aproximar desta região?
MARINHO: Sim. Com certeza! As pautas municipalistas envolvem, em um primeiro momento, questões regionais. E sendo uma representação regional, a AMUC acaba despertando esse interesse de todos os políticos, não só de deputados estaduais e federais, mas também de senadores e, principalmente, do Governo de Minas Gerais. É por isso que em sendo um ano eleitoral, uma entidade como a AMUC tem a possibilidade de não só crescer em número de membros, mas principalmente na defesa dos interesses locais.
MR — Entre os quais, o hospital regional?
MARINHO: Claro! O Hospital Regional é um exemplo do que estou dizendo. Quando a gente fala de eleição numa associação ou num consórcio, o ideal é que o consensualismo prevaleça para que eventuais arestas, por interesses políticos dos próprios integrantes, ou dos seus municípios, não sejam maiores do que o interesse da associação. Então, nesse sentido, a nossa aclamação atende a essa demanda do consensualismo. Eu fico muito feliz de ter a confiança dos demais prefeitos da nossa região.
MR — A Assembleia começou muito dividida, já que havia uma ala de prefeitos que defendia um nome diferente do seu…
MARINHO: Sim. Mas isso é muito comum num ambiente democrático. E que bom que é assim! A prefeita de Catuji, Jô, colocou o seu nome à apreciação dos colegas prefeitos, de modo democrático, mas depois de nos reunirmos e conversarmos de forma séria e respeitosa, prevaleceu o consensualismo em torno do meu nome, e estou aqui para somar e servir.
MR — Parabéns pela reeleição!
MARINHO: Obrigado. E agora é trabalhar, arregaçar as camisas e trabalhar.
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