Quarto criminoso mais procurado de MG é preso no Rio de Janeiro

Quarto criminoso mais procurado de MG é preso no Rio de Janeiro

Usando identidade falsa, Felipe Augusto Rodrigues Silva, vulgo Gordinho, foi identificado preso no Rio de Janeiro

Mais um dos alvos da lista dos mais procurados de Minas Gerais foi localizado. Felipe Augusto Rodrigues Silva, vulgo Gordinho, foi encontrado no Rio de Janeiro neste final de semana. Ele já estava preso na capital fluminense utilizando uma identidade falsa. Ele é o quarto preso da recém-lançada lista do Procura-se.

Após o recebimento de informações de que o foragido Felipe Augusto estaria preso no Rio de Janeiro com documentos de terceiros, a Agência Central de Inteligência da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que coordena o programa Procura-se, iniciou um intercâmbio com autoridades mineiras, fluminenses e paulistas, obtendo êxito na confirmação de que o alvo estaria se passando por um cidadão paulista. De início, com técnicas de reconhecimento facial, já foi possível constatar que o registro fotográfico no Rio de Janeiro pertencia a Felipe, e não ao indivíduo do estado de São Paulo, por quem o foragido se passava.

“Com a checagem das fotografias, dos pontos de reconhecimento facial e das informações cadastrais, houve a confirmação. Já é o quarto alvo identificado dentre os 12 do programa. O intercâmbio de inteligência e operacional tem sido fundamental para o sucesso das capturas”, ressalta o diretor-geral da Agência Central de Inteligência e coordenador do Procura-se, Murillo Ribeiro de Lima.

Felipe possuía mandado de prisão em aberto e condenação superior a 45 anos de reclusão, com pena remanescente de mais de 38 anos. No ano de 2016, Felipe e outros comparsas roubaram e assassinaram um policial militar. Além disso, ele é acusado de vários crimes como homicídio qualificado, roubo majorado, adulteração de sinal de identificador de veículo e corrupção de menores.

Sejusp / Divulgação

Foragido preso em São Paulo

Na noite de sexta-feira (15/9), por meio de uma operação conjunta do Grupo de Capturas da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) de Governador Valadares, e da Polícia Federal (PF) de Ipatinga, foi possível prender em São Paulo mais um dos alvos mais procurados de Minas Gerais.

Gilcimar da Silva, conhecido também como Cascão, Castor ou Tiririca, estava em uma famosa casa de shows em São Paulo quando foi abordado. As informações repassadas por Minas Gerais aos policiais de São Paulo possibilitaram a prisão do indivíduo. Usando uma carteira de habilitação falsificada, ele apresentava as mesmas características repassadas pela Ficco. O procurado pela Justiça foi então conduzido para a delegacia da Polícia Federal, onde ele confessou estar usando nome falso e ter comprado a CNH pelo valor de R$ 2 mil.

Ele foi o terceiro indivíduo encontrado após a divulgação da nova lista do Procura-se. Com uma pena total de mais de 73 anos de prisão, ele é acusado de diversos crimes graves, incluindo homicídio qualificado, porte de arma de uso restrito, roubo com emprego de arma de fogo, restrição de liberdade das vítimas em assaltos a bancos, associação criminosa armada e tráfico de drogas.

Em uma de suas prisões anteriores, Cascão foi capturado em um condomínio de luxo, onde foram apreendidos três fuzis M-16, um escopeta, dinheiro e cinco celulares. Também foi confirmado que ele utilizava pelo menos duas identidades falsas, vivendo normalmente sob a nova identidade de “Adilson”, com um CPF criado para tal fim.

Integração

O Procura-se é coordenado pela Sejusp em parceria com a Polícia Civil, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros Militar, a Polícia Penal, o Sistema Socioeducativo, o Ministério Público e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), e tem como objetivo realizar a prisão de indivíduos foragidos da Justiça, a partir de ações qualificadas das polícias, das Agências de Inteligência e da participação do cidadão, por meio de denúncias ao Disque Denúncia Unificado 181. Para saber mais sobre os alvos acesse procurase.seguranca.mg.gov.br.

Sejusp / Divulgação



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