Departamento Penitenciário de Minas Gerais amplia monitoramento eletrônico no interior do estado

Departamento Penitenciário de Minas Gerais amplia monitoramento eletrônico no interior do estado

Município de Guaranésia já possui um Subnúcleo para instalação de tornozeleira eletrônica, realizando também a manutenção e retirada do dispositivo

O Governo de Minas inaugurou mais uma unidade responsável por fazer a instalação, manutenção e retirada de tornozeleiras eletrônicas no estado. Desta vez, a cidade contemplada foi Guaranésia, no Sudoeste mineiro. No presídio local, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp MG), por meio do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG), conta agora com um Subnúcleo de Monitoramento. Os policiais penais do novo equipamento são responsáveis pela admissão, manutenção e retirada de dispositivos de monitoração da 18ª Região Integrada de Segurança Pública (Risp).

Como setor responsável pelo serviço de monitoramento dos dispositivos, a Diretoria de Gestão e Monitoramento Eletrônico (DME) vem se empenhando em ampliar o número de unidades, dar mais capilaridade ao sistema.

O Núcleo Regional de Poços de Caldas, após instalar a nova unidade, por exemplo, agora passa a contar com dois subnúcleos ativos: Alfenas e Guaranésia. A inauguração amplia a capacidade de atendimento e garante maior proximidade com as demandas regionais, sendo responsável pelo acompanhamento de 538 monitorados na 18ª RISP.

Para o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco, a criação do Subnúcleo em Guaranésia não apenas viabiliza a redistribuição das atividades, como também permite a otimização da logística dos atendimentos locais, reduzindo deslocamentos e assegurando maior celeridade nos procedimentos.

“A expansão do monitoramento eletrônico demonstra nosso compromisso com a proteção às vítimas e com a segurança do estado. Essa estrutura permite respostas rápidas e precisas, sempre em estrita conformidade com a legislação”, avalia.

Proteção

Atualmente, Minas Gerais contabiliza 9.399 monitorados sob gestão da DME, número que demonstra a relevância das ações para manter a segurança pública e a efetividade das medidas judiciais.

Desse total, há 988 agressores incursos na Lei Maria da Penha.  O funcionamento deste subnúcleo contribui, também, para a proteção às vítimas com medida protetiva, além de ajudar na ressocialização do monitorado, como forma de promover justiça com responsabilidade social.

A diretora de Gestão e Monitoramento Eletrônico, Dênia Samione, reforça que essa ampliação representa um passo importante para a eficiência operacional. “A redução de custos logísticos e o fortalecimento do sistema de monitoramento eletrônico significam a consolidação das atribuições da DME”, analisa a diretora.

(Fonte: Agência Minas Gerais)



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